07 de Março de 2008
De Braga…
Faz hoje, sexta-feira, oito dias, realizou-se na pedreira de Braga, o derby Braga – Vitória. O trabalhador Vitória frente ao novo-rico Braga.
Dizia-se, há não muito tempo atrás, que era excelente jogarmos com o Braga. Para além de excelentes deslocações e demonstrações de amor clubístico, os milhares de vitorianos que a Braga se deslocavam, quando passavam na Morreira, no regresso, já traziam mais três pontinhos, o que somado com os três da praxe de Guimarães, fazia a redonda soma de meia dúzia.
Os tempos agora são outros. Já nem se passa bem na Morreira, e até o Braga chega a acreditar em bons resultados contra nós. E os pontos não foram seis. Nesta época, a de maior investimento de sempre por terras bracarenses, perdemos dois.
A rever quando estabilizarmos. A tradição convém que volte a ser o que era…
Vitória – Sporting
No meu texto de há um ano atrás, falava sobre a fase final da campanha eleitoral para os órgãos sociais do Vitória.
Estávamos desportivamente a começar a sair do período mais negro de que há memória do nosso clube, chegando mesmo a ver mais próxima a relegação à segunda divisão do que o regresso à Liga que era a nossa. Mas como canta Palma, o que lá vai já deu o que tinha a dar…
Felizmente esses tempos já lá vão e como diz Cajuda, se ganharmos ao Sporting, poderemos sonhar com a Liga dos Campeões.
Sonhar é mesmo o termo. Imaginar o hino da Champions a tocar nas nossas colunas é coisa para causar uns choros em homens de barba rija.
Nem me vou alongar mais neste assunto, apenas dizer que acredito no milagre. Está ao nosso alcance e só dependemos de nós. Ou não. Pois… Também dependemos de Lucílios e outros que tais.
De sonho a pesadelo, numa variação mais rápida que a nossa ascensão da segunda às portas da Champions. Aquele roubo do Bessa não me sai da cabeça.
Mas vamos acreditar que, até hoje, Lucílio tem estado nuns anos maus e que nesse jogo será diferente. A esperança é a última a morrer.
Nova (?) economia
Tanto alarido em torno da nova economia e afinal de contas os sinais animadores até vêm das indústrias tradicionais.
Em Milão, na principal feira mundial do sector, oitenta expositores portugueses fazem o que podem para equilibrar a balança comercial.
Com ou sem ministros que iam comprar sapatos italianos, independentemente do ICEP que é IAPMEI e do director que muda quando muda o ministro.
Assunto que irei abordar em colunas futuras, porque acho de elementar justiça salientar os aventureiros que ainda conseguem ser empresários em Portugal.
Bilhete postal recebido
O meu texto, há umas semanas, sobre a repetição de episódios de violência policial sobre adeptos do Vitória, à partida, chegou ao destinatário pretendido.
No blogue, onde publico os textos, nos últimos tempos tem havido imensos acessos provindos de um tópico no fórum não oficial da PSP.
Há duas hipóteses: ou os agentes que frequentam esse fórum, por coincidência também fazem jogos em Guimarães e colocaram uma ligação para esse texto, no sentido pedagógico e actualmente comentam o mesmo anuindo e concordando com as minhas críticas, fazendo mea culpa e acordando em corrigir a postura ou então convém que eu prepare um orçamento extra para multas.
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