11 de Abril de 2008
Houve TAÇA!
Confesso que percebo muito pouco de basquetebol. O reduzidíssimo conhecimento que tenho vem de uma altura em que, com falta de sono, me via a assistir a transmissões da NBA, nos pré-históricos tempos em que jogavam, entre outros, se a memória não me atraiçoa e mesmo correndo o risco de ser extremamente impreciso, Michael Jordan, Kareem Abdul-Jabar e Larry Bird.
Desde aí, para além de um pedaço ou outro de jogos da NBA, em regime de zapping, a única vez que dava por mim a ver este desporto na televisão era quando davam jogos dos EUA contra outro qualquer, invariavelmente puxando pelo outro qualquer. Por nada de especial e sem motivo aparente, tenho tendência a ser pelos teoricamente menos favoritos. Achava um piadão se uns “quaisquer europeus” conseguissem tirar aquela arrogância de quem achava que já entrava em campo campeão.
Se isso acontecia com outros quaisquer, sendo com o Vitória, rejubilei. No passado fim-de-semana, dei por mim colado à televisão a ver os nossos bravos em Elvas. Acho que gritei golo umas quantas vezes.
E então naquela final, parecia um fervoroso adepto da modalidade, tais eram os saltos que dava.
Ovarense e Porto estavam para nós como os americanos para o resto do mundo. Arrogantes, pedantes e já se julgavam vencedores antes do jogo. Pois. Correu-lhes mal!
O caneco é nosso! E ao ver a recepção que os heróis de Elvas tiveram de madrugada, fiquei emocionado. E senti-me em falta para com estes atletas que tão dignamente honraram a camisola de Afonso.
Por muito pouco que goste de basquetebol, o amor ao Vitória já me devia ter lá levado.
Parabéns Campeões!
Eu é que não sou parvo!
Já por diversas vezes aqui escrevi sobre este cromo. Esta figura, a mim, causa-me repulsa. É o típico tuga pato-bravo que abomino. O indiscutivelmente burro com a mania que é fino. Boçal, mal-educado e bronco. Benfiquista.
Após as últimas declarações, num blog vimaranense – D. Afonso Henriques (http://d-afonsohenriques.blogspot.com) - exclusivamente dedicado ao Vitória vem um post de um blogger com o pseudónimo de Gregório Freixo – uma das características do blogue e os seus membros usarem como pseudónimo o nome de velhas glórias do nosso clube - que resume no seu título (que ele pediu emprestado a uma empresa de electrodomésticos e eu a ele) aquilo que tantos pensam sobre esta aparvalhada personagem e que eu não conseguiria dizer de forma tão suave, tal é o nojo:
Sugiro que consultem esse blog e para despertar a curiosidade, vou deixar aqui algumas citações do texto com o título em epígrafe:
“O senhor Vieira tem hoje vários problemas para resolver, sendo o principal deles a prestação do Benfica no campeonato e o facto de, a cinco jornadas do fim, se encontrar empatado com uma equipa que tem um orçamento incomparavelmente inferior ao dele e que ainda assim não desiste
da conquista do 2º lugar, que diga-se, não é nenhum direito natural nem do Benfica nem de nenhum outro clube.
O senhor Vieira deu este ano uma verdadeira lição de como não gerir um clube de futebol. Na pré-época, um desnorte total: saída do director desportivo sem que ninguém capaz lhe tomasse o lugar; saída de jogadores fulcrais na preparação da temporada; contratação de jogadores de qualidade mais do que duvidosa e um desbaratar de dinheiro como há muito não se via. Depois, a coisa piorou: despedimento do treinador ao fim de uma (!) jornada; contratação de um treinador desmotivado que veio encontrar uma equipa que não escolheu; eliminação das competições europeias; nova saída de treinador, enfim... um chorrilho de asneiras que tem um só rosto: o do senhor Vieira.
Para fazer face a isto, o senhor Vieira tem usado de um arma para com os seus associados a qual se tem revelado, aparentemente eficaz. Se as coisas correm mal, diz qualquer coisa sobre Pinto da Costa; se perde um jogo em casa, fala do apito dourado; quando a equipa não joga nenhum, fala em forças ocultas. Pelos vistos, este discurso passa-culpas tem resultado e provavelmente os benfiquistas eram meninos para dar mais uma estrondosa vitória ao senhor Vieira em eleições que agora se realizassem.
Ora, é preciso que esse senhor entenda uma coisa: o resto do país não é burro e percebe bem esses truques de chico-esperto. O último deles ocorreu no último jogo do Benfica com o Boavista. Desta vez veio o dito cujo falar em chamar a Polícia Judiciária (!) e em resultados viciados à partida.
Já vi o resumo do jogo várias vezes e digo só isto: em todos os lances ditos polémicos, o árbitro, em minha opinião, ajuizou bem. Mesmo no tal lance com Leo me pareceu que o jogador do Boavista chega primeiro à bola e nada mais.
Por isso, por muito que custe ao senhor Vieira ele não ganhou o último jogo porque simplesmente os seus jogadores não conseguiram meter a bola lá dentro. Ponto final. Agora, tomar-nos por papalvos, peço desculpa, mas o resto do país não é o Benfica.
Só espero é uma coisa: que este teatro imbecil não desvirtue o que resta de campeonato.”
Mata Real
Uma última palavra para as condições do campo da Mata Real, onde caí na asneira de voltar…
Inacreditável e inaceitável, nos dias que correm, permitir jogos de uma Liga Profissional num campo daqueles. Se não têm outro – quem dá o que tem a mais não é obrigado – que peçam uma casa emprestada.
E que ver futebol assim a 5€ era caro. Não se admite. Ainda por cima é raro os jogos correrem-nos de feição…
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